Archive for the ‘Informática’ Category

HD externo LaCie voa pela USB 3.0 abril 4th, 2011

ADSL

O modelo Rugged, com 1 terabyte, bateu recorde de performance

 

 

 

Um dos primeiros HDs externos de bolso com USB 3.0 deu as caras no INFOlab e já chegou aplicando voadora no peito – com 1 TB de espaço para armazenar arquivos e velocidade média de escrita de 49,5 MB por segundo, o LaCie Rugged teve mais que o dobro da performance alcançada por modelos com interface USB 2.0. Além da boa taxa de transferência, o equipamento também agradou pelo design bacana. A moldura de borracha embeleza e protege a carcaça contra quedas. Nossa única reclamação vai para o preço: ele pode ser encontrado nas lojas entre 980 e 1.100 reais.

Esse tamanho de disco ainda é raro para dispositivos externos que usam HD de notebook, com 2,5 polegadas. É um latifúndio de arquivos para levar na mochila sem incomodar, pois pesa 265 gramas e tem menos de 3 centímetros de espessura. O acabamento é muito bom, com borracha laranja nas bordas e plástico rígido em volta do disco na cor prata. Segundo o fabricante, o modelo é capaz de suportar quedas de até 2 metros. Poderia também vir com uma base para ficar apoiado sobre a mesa.

O programa que acompanha o produto chama-se LaCie Genie Backup. Ele já vem instalado e permite agendar cópias de segurança dos arquivos. Além de pastas, dá para guardar outras informações importantes, como contatos do Windows Live Messenger, histórico de pesquisas do navegador e listas de músicas do Windows Media Center. Fácil de usar, ele ocupa apenas 5 MB de memória do sistema e fica o tempo todo rodando em segundo plano, na área de notificação.

Recorde de desempenho (mais…)

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HD Samsung armazena até 1,5 terabyte abril 4th, 2011

ADSL

O Story Station possui boa velocidade de gravação e custa 549 reais

  


 

É preciso tempo e muitos, mas muitos arquivos para forrar o HD externo Story Station, da Samsung. Ele tem nada menos que 1,5 terabyte de capacidade, com 1,33 TB (1.360 GB) disponível. Além disso, conta com bons programas de backup e criptografia para deixar os documentos mais seguros. Tudo isso por 549 reais, chegando ao ótimo valor de 33 centavos por gigabyte.

Durante os testes do INFOlab, constatamos que, se você quiser ocupar todo o espaço de uma vez, a operação irá demorar 17 horas e 35 minutos. Afinal, a velocidade média de gravação de arquivos foi de 22,3 MB/s com o HD Tach. Essa jornada seria menor se o HD externo oferecesse, além da interface USB 2.0, portas eSATA, FireWire 800 ou a nova USB 3.0. Já nos testes de leitura, o Samsung marcou 32,5 MB/s. O tempo médio de acesso a um arquivo, medido com o HD Tune, foi de 31,1 MB/s.

Velocidade média de escrita (em MB/s)
Valores conferidos pelo programa HD Tach 3
Barras maiores indicam melhor desempenho geral
 

Velocidade média de leitura (em MB/s)
Valores conferidos pelo programa HD Tach 3
Barras maiores indicam melhor desempenho geral

 

Tempo médio de acesso a um arquivo (em ms)
Valores conferidos pelo programa HD Tune
Barras menores indicam melhor desempenho geral
Com peso e dimensões acima da média, o Story Station tem design bacana, com a parte de cima na cor cinza metálica e acabamento escovado. Já as partes frontal e traseira são em preto fosco, assim como o botão que controla a intensidade da iluminação inferior. Ele traz ainda pés de borracha para que o drive fique firme sobre as superfícies. Os pezinhos ajudam na circulação do ar, fazendo com que o HD esquente menos. É indicado deixá-lo sempre na horizontal.

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HD Go Flex capricha nos adaptadores abril 4th, 2011

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Seagate Free Agent é rápido e prático na troca de conexões

 

 

 

Com visual elegante e bastante leve, o HD externo Free Agent Go Flex, da Seagate, tem espaço de sobra para seus arquivos. Com 500 GB de capacidade, esse HD possui um inteligente sistema de adaptadores, permitindo que o usuário escolha qual tipo de conexão irá utilizar. Dá para colocar um eSata, USB e até um USB 3.0. Por 463 reais, o GoFlex é uma boa pedida para quem precisa levar um HD com boa capacidade por aí.

Nos testes do INFOlab o tempo de acesso do HD foi de 24,8 milisegundos, com uma taxa média de tranferência de 33,1 MB/s (megabytes por segundo). A escrita com USB 2.0 foi de 25,7 MB/s, com eSata esse valou saltou para 69,4 MB/s.

Velocidade média de escrita (em MB/s)
Valores conferidos pelo programa HD Tach 3
Barras maiores indicam melhor desempenho geral

Tempo médio de acesso a um arquivo (em ms)
Valores conferidos pelo programa HD Tune
Barras menores indicam melhor desempenho geral
A carcaça do HD é trabalhada em plástico brilhante, que não parece muito resistente a impactos e riscos, mas seu visual é bem elegante. O conjunto é bastante leve, pesando meras 144 gramas. As dimensões do GoFlex são 8,2 por 11,1 por 1,5 centímetros.

 

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Lenovo tem HD portátil e seguro abril 4th, 2011

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ThinkPad Secure tem bom espaço e criptografia para os dados

 

 

Proteção garantida para seus dados e espaço de armazenamento de sobra. Parece uma combinação um tanto quanto improvável, mas é exatamente o que o HD externo ThinkPad Secure, da Lenovo, se propõe a fazer. Com 500 GB de espaço, esse HD com USB 2.0 traz um teclado numérico em sua carcaça. Se a senha não for digitada, não há como acessar os dados e, para frustrar tentativas de remoção física do disco, os dados são criptografados.
Além de oferecer o conforto da proteção dos dados e a possibilidade de ativar ou desativar a trava fisicamente, o HD externo se comportou bem nos testes do INFOlab. A melhor velocidade de escrita registrada foi de 46,3 MB por segundo. A média de transferência com eSata, medida pelo HD Tune, foi de 64,9 MB por segundo. Com USB esse valor caiu para 32,6 MB por segundo.

Toda a preocupação com segurança e velocidade considerável parece não ter sido aplicada no visual. Com acabamento emborrachado, que dá certo conforto para utilizar na mesa, o HD é um paralelepípedo preto com um teclado numérico. Lembra uma base de telefone. Um led indica o uso do disco. A luz azul indica um acesso de administrador, a luz verde acesso normal e a vermelha que o conjunto está em modo de espera.

 

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Iomega eGo tem USB 3.0 e bom preço abril 4th, 2011

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Pequeno HD de 500 GB capricha na velocidade da USB 3.0 e no preço

 

 

 

Seguindo a onda de renovação da interface USB, o popular HD externo eGo, da Iomega, utiliza a versão 3.0 do barramento para garantir melhores taxas transferência. Nos testes do InfoLAB, o disco quebrou barreiras ao alcançar a marca de 75,6 MB/s, na escrita. Quando conectado à porta USB 2.0, com a qual também é plenamente compatível, o dispositivo também não decepcionou. O visual da linha Portable Hard Drivers permaneceu intocado, com dimensões relativamente grandes para a categoria. Apesar da atual baixa disponibilidade no mercado, o eGo pode ser encontrado por 349 reais.

Apesar de ser grande em relação à concorrência, o eGo é bastante agradável visualmente, construído em liga metálica envolta em plástico brilhante. Um dos revezes de tal acabamento é a marca de digitais, que ficam facilmente impressas na superfície do HD. O disco possui, na sua parte de baixo, pequenos pés emborrachados, para evitar deslizes em mesas e escrivaninhas. Nos seus cantos, arredondados, há chanfros que dão um quê de moderno ao gadget.

A segunda (isso, a segunda) maior vantagem da interface USB 3.0 é a compatibilidade com versões anteriores do barramento – USB 2.0 e 1.1, mais claramente. Dessa forma, o HD mira, também, usuários que precisam de uma unidade de armazenamento externo atualmente, sem que sua máquina possua a porta de última geração, normalmente identificada pela cor azul. A vantagem número um, agora sim, das entradas USB 3.0 é, ao mesmo tempo, permitir tráfego de dados muito mais rapidamente, sem que isso signifique um custo maior ao consumidor. Um defeito – se é que podemos chamar assim – do eGo é demandar o ainda-pouco-comum cabo USB 3.0 para se ligar ao PC. Como tal cabo está incluído no pacote, basta a seu dono não perdê-lo, que não haverá problemas.

Entre discos rígidos portáteis, ou que, em outras palavras, não demandam fonte de alimentação externa, tínhamos o LaCie Rugged como antigo campeão do INFOlab. Mesmo com preço menor, este Iomega praticamente se igualou ao oponente francês – por mais que este tenha o dobro da capacidade. Já na velocidade de leitura, o eGo ganhou por ampla margem: obteve desempenho 42% melhor.

 

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Iomega de 4 TB traz boa interface abril 4th, 2011

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Storage pode expandir a capacidade para até 8 TB, configurados em RAID-5 ou 10

 

 

A unidade de armazenamento em rede (NAS) StorCenter ix4-200d, da Iomega, expande a capacidade da rede local em 4 TB, divididos por quatro discos rígidos substituíveis – podendo chegar ao máximo de oito terabytes de espaço. Através de suas duas portas Ethernet gigabit, é possível acessar o conteúdo dos seus HDs, que vem configurados em RAID-5 por padrão, além de conectar impressoras e, inclusive, outros discos ou storages: o ix4 possui três portas USB. Seu visual é atraente, apesar do formato cúbico, e há um painel de cristal líquido na sua face frontal, para informações rápidas. O dispositivo possui certificação VMWare, para seu uso assegurado com máquinas virtuais e é acessado e configurado via browser (HTTP e HTTPS). Infelizmente, a troca de seus discos não pode ser realizada durante a operação (não é habilitado a hot swapping). O ix4-200d é encontrado.
Este StorCenter é grande. Ainda que você me diga que o intuito de um armazenamento em rede seja ficar estacionado eternamente numa salinha (ou atrás da bagunça, na mesa do escritório), vou te contar que o volume do ix4 é, aproximadamente, 40% maior que o NetGear RND2150. A comparação é injusta, você diria, já que o NetGear em questão possui somente 2 baias de disco, e eu responderia que você tem razão. Apesar das dimensões avantajadas deste Iomega, seu peso pode ser carregado (ainda que relutantemente) pela sua irmã mais nova: são 5,5 Kg de massa.

Entre altos e baixos, a qualidade da construção do ix4-200d é boa, no geral. Todo preto, com carcaça metálica e bem acabada, tem aparência de que vai durar uma década. O visor LCD, monocromático, combina com a iluminação que a parte inferior deste NAS possui. Além disso, é possível abrir o StorCenter sem o uso de qualquer ferramenta: seus parafusos são facilmente desapertados com os dedos. Ao expor seu interior, podemos ver como os discos estão organizados, mas, ao puxar um dos HDs (com o stora desligado, claro), tomamos um susto: a alça das gavetas é muito mole, aparentando fragilidade. O dispositivo, quando operante, é de fato silencioso, o que agradou nos testes do INFOlab.

Disco lento, interface intuitiva (mais…)

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Wireless Space capricha nos recursos abril 4th, 2011

ADSL

Aparelho capricha no sinal e no gerenciamento web

 

 

 

É muito provável que você nunca encontre uma solução de armazenamento da LaCie com um design diferente do “monolito de Kubrick”. O Wireless Space, uma solução bastante interessante para gerenciar sua rede doméstica, não foge a esse conceito. Equipado com um HD de 1TB, esse paralelepípedo de 11,8 por 4,5 por 19,4 centímetros conta com um sinal excelente (que coloca o Time Scape no chinelo), compatibilidade com o Apple Time Machine, gerenciamento web e DLNA. Ele pode ser seu por 1.230 reais.

Brincadeiras à parte, o design do LaCie, do escocês Neil Poulton, é bastante elegante. Quando ligado ele apresenta uma luz azul na parte inferior da face frontal, o que dá um ar futurista ao conjunto. Por ser construído em plástico preto brilhante e não apresentar nenhum botão aparente (somente na traseira), esse aparelho não causaria nenhum impacto visual em sua sala ou escritório. Uma porta USB 2.0 na face frontal agride o layout do conjunto, mas é bastante prática.

A face traseira do Wireless Space traz as 4 conexões LAN, a conexão WAN, 2 portas USB 2.0 e o único botão do aparelho que, além das funções ligar/desligar, também pode reiniciar o aparelho e restaurar suas configurações de fábrica. Antes de sair clicando leia o manual de instruções, assim você não corre o risco de fazer alguma coisa por acidente. Com o manuseio do produto notamos as marcas de dedo aparentes, o que não chega a ser um problema, já que ele não é um HD portátil e provavelmente você não ficará tocando nele o tempo todo.

Um dos recursos que mais chamou a atenção no INFOlab é o gerenciamento de torrents pela interface web. Com esse recurso é possível enviar um arquivo de torrent para que o download seja executado pelo Wireless Space. Logo, dá para gerenciar os downloads de casa pelo computador do escritório. Com downloads muito pesados e uma conexão muito forte a interface gráfica pode te deixar na mão. Notamos bastante lentidão nesse cenário, inclusive com uma parada geral que nos obrigou a reiniciar o painel web. O download, no entanto, continuou sem problemas.

Sinal forte e velocidade na média (mais…)

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Portátil de 1 TB da Samsung tem bom preço abril 4th, 2011

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Mesmo sem USB 3.0, disco rígido da Samsung não decepciona na velocidade

 

 

O HD externo S2 Portable de 1 terabyte, que faz parte da popular linha de discos portáteis da Samsung, é um gadget para quem quer carregar no bolso o equivalente à capacidade de, mais ou menos, 200 DVDs – ou 37 Blu-rays. Conectando-se ao computador através da onipresente interface USB 2.0, o winchester alcançou uma taxa de escrita boa e ligeiramente mais alta que o modelo irmão, de 500 GB: foram 23,12 megabytes por segundo nos testes do INFOlab. Um software de backup automático vem instalado no disco do S2 Portable, e uma capa de couro sintético, para transporte, está incluída no pacote.

A carcaça do S2 portable é, de fato, atraente. Brilhante, sua parte superior lembra aço escovado (atraindo, também, um pouco de marcas dos dedos). A face inferior do gadget é preta e enrugada, mas não o bastante para manter o HD minimamente fixado na mesa. As laterais são prateadas e brilhosas, agregando impressões digitais muito facilmente. A porta mini-USB se localiza na porção superior do dispositivo, ao lado do vão por onde vemos o brilho de um elegante LED azul. A propósito, o cabo que vem incluído é genérico e tem 40 centímetros de comprimento.

Como não dispõe da interface USB 3.0, a transmissão de dados é limitada pelo barramento. Quando comparamos ao Iomega eGo USB 3.0, o qual alcança 75,6 MB na taxa de escrita, os 23,12 megas por segundo do S2 Portable ficam no chinelo. Contudo, quando usamos uma porta 2.0 para manter as coisas justas, a velocidade do Iomega se restringe a apenas 23,8 MB/s.
A tecnologia empregada nas unidades de armazenamento evolui em passos largos e, com cada vez maior densidade de bits por área de escrita, os preços também vem abaixo. Há um ano, a versão de 500 gigas do S2 Portable custava R$ 499 (com custo de, aproximadamente, um real por GB) e, em fevereiro de 2009, o HD de 160 GB valia R$ 370 (pagava-se R$ 2,30 por giga). Com, praticamente, o mesmo tamanho dos primos, o S2 Portable de um tera chega custando R$ 349, totalizando incríveis 34 centavos (R$ 0,37) por GB – cálculo realizado com a capacidade real do disco, de 931 GB.

Por ser pequeno e acessível, a linha S2 Portable é deveras recorrente nas mochilas de geeks brasileiros – não é difícil ver cores e capacidades diferentes do gadget por aí. A versão de 1 TB vem um pouco mais pesada (são 193 gramas contra 154 e 144 para as versões de 500 e 160 gigas, respectivamente). Seu funcionamento é silencioso e o aquecimento mal é percebido o que, dentre todas as outras características, faz do disco uma fortíssima escolha para quem não quer investir, ainda, na versão 3.0 do barramento serial universal. É importante ressaltar que o modelo que testamos, prateado, é feito na Coreia do Sul e não possui, ainda, contrapartida disponível no mercado nacional.

 

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CF-31, um notebook de guerra abril 1st, 2011

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Toughbook resiste a quedas de até 1,80 metro, a calor e frio extremos

 

 O notebook que você vê na foto acima enfrentou uma série duríssima de testes no INFOlab. Caiu no chão, tomou banho numa fonte e dividiu espaço em um freezer industrial com sorvetes e batatinhas congeladas. Mas o Panasonic Toughbook CF-31 sobreviveu a tudo sem parar de funcionar. Trata-se de um notebook incomum, a começar pelo design em forma de maleta 007 que o deixa parrudo e pesado. Envolvido por um corpo feito de liga de magnésio que o torna resistente a condições extremas, o Toughbook pode cair de uma altura de 1,80 metro, quicar e deslizar pelo chão sem sofrer nenhum tipo de avaria. Mesmo com o forte impacto, a tela de 13,1 polegadas permanece intacta e o Windows rodando. O máximo que pode acontecer é ganhar alguns arranhões na parte externa.

O Toughbook é também resistente a temperaturas extremas. Segundo a Panasonic, ele pode ser usado em regiões onde o frio chega a 28 graus negativos ou mesmo na neve. Que tal uma expedição na Antártica? Ao contrário, se o usuário estiver num local quente, de até 60 graus, como uma sauna úmida, o Toughbook vai iniciar o Windows 7 Professional sem suar, como se estivesse na mesa de um escritório com temperatura agradável de ar-condicionado.

O notebook durão é destinado a empresas com operação de alto risco, como petroleiras, refinarias, siderúrgicas e geradoras de energia. órgãos de segurança pública também podem optar pelo computador para equipar viaturas, já que o Toughbook aguenta bem as trepidações resultantes da alta velocidade dos carros de polícia e a água dos caminhões de bombeiro.

Forças militares também costumam se interessar pelo Toughbook, não só por sua cara de mau, mas por atender ao padrão militar 810G e ao certificado IP65. Eles indicam que o notebook está preparado para situações de guerra, como mudança brusca de temperatura, poeira em excesso e rajada de partículas de pedras. Aos tiros de metralhadora o Toughbook ainda não resiste. Talvez numa próxima versão.

Ambientes hostis

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Mac mini fica mais poderoso e ganha HDMI setembro 3rd, 2010

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Remodelado, desktop da Apple manda bem na função de central multimídia

O nome é o mesmo, a proposta também, mas a nova geração doApple Mac mini dá um salto enorme em todos os quesitos. Redesenhado, agora o pequenodesktop é totalmente construído com alumínio e tem espessura de três centímetros. A configuração é mais parruda, com destaque para a placa de vídeo já adotada pelosMacBooks. Ela garante a reprodução de vídeos em alta definição sem engasgar. A tão pedida porta HDMI, para ligar o micro à TV, também está na lista de especificações. (mais…)

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